Paradoxo
Às vezes quero te proteger,
Mas procuro... de quê?
És forte... e,
também frágil.
Tão menina!
linda e louca, e obscena...
mas mulher.
E que mulher!
És tu, e teu jeito de ser,
que faz de mim,
O inocente homem que não sou.
Farias 1998
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