Em teu corpo de sedosos flancos,
de perigosas, delicadas formas!
Perdi-me por sendas inéditas
do teu misterioso templo.
Recordo, saudosamente,
repousando nos meus braços,
e sem receio algum dizias,
sim querido, você pode!
Minhas mãos percorriam
teu ebúrneo belo corpo,
despertando teu desejo louco...
ébrios pela lúbrica excitação...,
você, eu e as estranhas vontades
sepultamos as honras...
feitos dois pagãos.
Farias 2010
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